Prof.Dr.Luis Carlos Figueira de Carvalho

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RUBEOLA

RUBEOLA

Doencas_infecciosas_parasitaria_guia_bolso.pdf

 

Penna, Gerson Oliveira et al. Doenças dermatológicas de notificação compulsória no BrasilAn. Bras. Dermatol., Out 2011, vol.86, no.5, p.865-877. 

Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita       ACESSE TEXTO ORIGINAL AQUI

Doença exantemática aguda viral, que apresenta alta contagiosidade, acometendo principalmente crianças. Um caso suspeito de rubéola é todo paciente que apresenta febre e exantema maculopapular, acompanhado de linfoadenopatia retroauricular, occipital e cervical, independentemente da idade e situação vacinal. O caso confirmado de rubéola pode ser definido por laboratório, vínculo epidemiológico e clínico.4

A Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) ocorre quando a gestante susceptível adoece de rubéola e o vírus é transmitido pela via transplacentária, com infecção da placenta e feto, logo após a viremia materna. A infecção pode resultar em malformações de vários tipos, dependendo da fase em que a viremia instalou-se. O vírus, ao infectar o feto, produz infecção crônica que pode representar importante fonte de disseminação do vírus por um período superior a 1 ano de idade. Um caso suspeito de SRC é todo recém-nascido, cuja mãe foi caso confirmado de rubéola ou contato de um caso confirmado de rubéola durante a gestação, e/ou toda criança de até 12 meses de idade que apresente sinais clínicos compatíveis com infecção congênita pelo vírus da rubéola, independentemente da história materna. Os sinais clínicos são representados por cardiopatia congênita (persistência do canal arterial, estenose aórtica e pulmonar), glaucoma/catarata congênita e surdez. A confirmação da SRC deve ser laboratorial e deve ser realizada coleta de espécimes clínicos (swab de nasofaringe e urina) para a identificação viral.

2.6.1 Epidemiologia

Para eliminar a rubéola e a SRC, o Brasil realizou a Campanha Nacional de Vacinação contra a rubéola em 2008, em que foram vacinadas cerca de 70 milhões de pessoas. Entre 2007 e 2008, foram confirmados 10.654 casos de rubéola e, em 2009, nenhum caso da doença foi confirmado, indicando que houve impacto da campanha de vacinação em relação à transmissão do vírus da rubéola pós-natal. Neste período, foram confirmados 50 casos de SRC e 25 de ICR. Em 2009, foram confirmados 12 casos de SRC e 7 de ICR, o que indica, para o sistema de vigilância, um estado de alerta para novos casos de rubéola, devido à existência de crianças eliminando o vírus por, pelo menos, 18 meses após o nascimento. Desta forma, a intensificação da vigilância epidemiológica da rubéola deve permanecer ativa até o final de 2011. Os casos de SRC e ICR de 2009 foram de mães que adoeceram em 2008, durante os surtos de rubéola no país. Casos de rubéola ocorreram na faixa etária de adolescentes e adultos jovens (14 - 30 anos de idade) em ambos os sexos (Gráfico 6).

 

QUESTÕES SIGA

1. A avaliação clínica e epidemiológica indica uma associação temporal entre a data do início dos sintomas e a data do recebimento da última dose da vacina com o componente contra a Rubéola, mesmo que não tenha sido realizada coleta de amostra. Os critérios para descarte como associação temporal à vacina são em quais dos seguintes critérios:

I - Febre com temperatura que pode chegar a 39ºC ou mais, com início entre o 5º e 12º dias após a vacinação e duração média de um a dois dias, podendo chegar até cinco dias;

II - Exantema, geralmente benigno, que dura de um a dois dias e que surge entre o 7º e 10º dias após a administração da vacina;

III - Cefaléia ocasional, irritabilidade, conjuntivite ou manifestações catarrais observadas entre o 5º e 12º dias após a vacinação;

IV - Linfadenopatias que se instalam entre 7 a 21 dias após a data de vacinação;

V - Resultado do exame laboratorial “reagente” ou “positivo para IgM” em amostra colhida no período de 8 a 56 dias após a data da última dose de vacina,

a) Apenas os critérios I, II e III.

b) Apenas os critérios II, III e IV.

c) Apenas os critérios I, II, IV e V.

d) Apenas os critérios II, III, IV e V.

e) Todos os critérios I, I, III, IV e V.

 

2. Agente etiológico da rubéola:

 

a) Vírus RNA, gênero Rubivirus, família Togaviridae.

b) Vírus DNA, gênero Togavirida , família Rubiviridae.

c) Vírus RNA, gênero Togavirida , família Rubiviridae.

d) Vírus RNA, gênero Retrovirus, família Retroviridae.

e) Vírus DNA, gênero Retrovirus, família Retroviridae.

 

3. A imunidade ativa à Rubéola é adquirida através da infecção natural ou por vacinação, permanecendo por quase toda a vida. Os filhos de mães imunes podem apresentar imunidade passiva e transitória durante 6 a 9 meses. Tem sido relatada a ocorrência de reinfecção em pessoas previamente imunes através de vacinação ou infecção natural, quando reexpostas ao vírus. Esta reinfecção é:

 

a) Usualmente assintomática, detectável apenas por métodos sorológicos.

b) Usualmente sintomática, detectável por métodos sorológicos.

c) Raramente assintomática, detectável apenas por métodos biologia molecular (PCR).

d) Usualmente sintomática, detectável apenas por métodos biologia molecular (PCR).

e) Usualmente assintomática, detectável apenas por métodos biologia molecular (PCR).

 

4. Analise o quadro abaixo sobre a interpretação dos resultados da pesquisa de IgG e IgM contra rubéola pelo método de ELISA a assinale a opção correta

OS RESULTADOS I, II, III e IV, REFERE-SE RESPECTIVAMENTE A:

a) IgM+; IgM-; IgG+; IgG-.

b) IgM-; IgM+; IgG+; IgG-.

c) IgM+; IgM-; IgG-; IgG+.

d) IgM+; IgM+; IgG-; IgG+.

e) IgM-; IgM-; IgG+; IgG+.

 

5. Analise o quadro abaixo sobre a interpretação dos resultados da pesquisa de IgG e IgM contra rubéola pelo método de ELISA a assinale a opção correta

OS CASOS I, II e III, REFERE-SE RESPECTIVAMENTE A:

a) Confirmar o caso, descartar o caso e Confirmar o caso.

b) descartar o caso, confirmar o caso e confirmar o caso.

c) Confirmar o caso, confirmar o caso e descartar o caso.

d) Confirmar o caso, descartar o caso e descartar o caso.

e) descartar o caso, descartar o caso e Confirmar o caso.

 

6. A Rubéola é uma Doença exantemática aguda viral, que apresenta alta contagiosidade, acometendo principalmente crianças. O período de incubação é de:

 

a) 14 a 21 dias, com duração média de 17 dias, podendo variar de 12 a 23 dias.

b) 4 a 8 dias, com duração média de 10 dias, podendo variar de 8 a 12 dias.

c) 24 a 30 dias, com duração média de 27 dias, podendo variar de 25 a 30 dias.

d) 12 a 16 dias, com duração média de 10 dias, podendo variar de 12 a 16 dias.

e) 1 a 3 meses, com duração média de 5 meses, podendo variar de 5 a 7 meses.

 

7. A rubéola é uma doença exantemática viral aguda, caracterizada por febre baixa e exantema maculopapular, que se inicia na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para tronco e membros. Julgue as afirmativas como Verdadeiras (V) ou Falsas ( F).

(    )  O exantema é, precedido, em 5 a 10 dias, por linfadenopatia generalizada, principalmente sub-ocipital, pós-auricular e cervical posterior.

(    )  Adolescentes e adultos podem apresentar poliartralgia, poliartrite, conjuntivite, coriza e tosse.

(    )  Cerca de 25 a 50% das infecções pelo vírus da Rubéola são subclínicas, ou seja, não apresentam sinais e sintomas clínicos característicos da doença.

(     )  Tem curso benigno e toda sua importância epidemiológica está relacionada à Síndrome da Rubéola Congênita, quando a doença ocorre nos cinco primeiros meses da gestação que pode resultar em aborto,natimorto, malformações congênitas (cardiopatias, surdez, catarata). 

a) V, V, V e V.

b) V, V, V e F.

c) V, V, F e V.

d) V, F, V e V.

e) F, V, V e V.

 

8. A Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), geralmente, é uma condição clínica grave.Julgue as seguintes sentenças, como Verdadeira (V) ou Falsa(F):

(    )  A infecção da placenta e viremia fetal ocorrem em cerca de 40 a 60% das mulheres grávidas infectadas com o vírus da Rubéola, principalmente durante as últimas semanas de gestação.

(     ) O vírus da Rubéola tem tropismo por células em formação (embriogênese) e quanto mais precoce a idade gestacional, mais elevadas são as taxas de malformações congênitas;

(     ) Estima-se que, nas primeiras 8 semanas de gestação, 90% dos recém-nascidos (RN) sejam portadores da SRC (com múltiplos defeitos); 80%, até a décima semana de gestação; e 35%, entre a décima primeira e décima segunda semana de gestação.

(    ) Após 12 semana de gestação, a ocorrência da doença fetal declina e, da décima sexta à vigésima semana, somente se registra sofrimento fetal. 

a) F, V, V e V.

b) V, F, V e V.

c) V, V, F e V.

d) F, V, V e F.

e) F, V, F e F.

 

9. A Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) ocorre quando a gestante susceptível adoece de rubéola e o vírus é transmitido pela via transplacentária, com infecção da placenta e feto, logo após a viremia materna. Julgue as seguintes sentenças, como Verdadeira(V) ou Falsa(F):

(    ) A infecção pode resultar em malformações de vários tipos, dependendo da fase em que a viremia instalou-se.

(    ) O vírus, ao infectar o feto, produz infecção crônica que pode representar importante fonte de disseminação do vírus por um período superior a 1 ano de idade.

(    ) Um caso suspeito de SRC é todo recém-nascido, cuja mãe foi caso confirmado de rubéola ou contato de um caso confirmado de rubéola durante a gestação, e/ou toda criança de até 12 meses de idade que apresente sinais clínicos compatíveis com infecção congênita pelo vírus da rubéola, independentemente da história materna.

(     ) Os sinais clínicos são representados por cardiopatia congênita (persistência do canal arterial, estenose aórtica e pulmonar), glaucoma/catarata congênita e surdez.

(    ) A confirmação da SRC deve ser laboratorial e deve ser realizada coleta de espécimes clínicos (swab de nasofaringe e urina) para a identificação viral.

a) V, V, V, V e V.

b) V, V, V, V e F.

c) V, V, V, F e V.

d) V, V, F, V e V.

e) V, F, V, V e V.

 

10. As vacinas são um importante meio de prevenção de doenças infecciosas. Qual a indicação correta, de acordo com o Ministério da Saúde, da vacina tríplice viral sarampo, cachumba e rubéola (SCR), em adultos na faixa etária entre 20 e 59 anos?

 

a) Dose única.

b) Uma dose, a cada 10 anos.

c) Duas doses, com intervalo de 30 dias.

d) Três doses, com intervalo de 0, 30 e 60 dias.

e) Sem indicação nessa faixa etária.

 

11. Em pacientes com rubéola além do rash cutâneo característico e febre podem surgir complicações sistêmicas, sendo a mais frequente:

 

a) poliartrite e poliartralgia.

b) pericardite.

c) encefalite.

d) plaquetopenia e petéquias.

e) hepatite.

 

12. Em relação ao diagnóstico da rubéola, é incorreto afirmar:

 

a) O teste mais utilizado é o ensaioimunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos específicos IgM e IgG e/ou pela identificação do vírus a partir de secreção nasofaríngea e urina, até o 7º dia do início do exantema.

b) Amostras coletadas após 28 dias são consideradas tardias, mas, mesmo assim, devem ser aproveitadas e encaminhadas ao laboratório de referência estadual para a realização da pesquisa de IgM.

c) Resultados não-reagentes para IgM descartam a possibilidade de infecção recente pelo vírus da Rubéola.

d) Não está indicada, na rotina do pré-natal, a realização de pesquisa sorológica para Rubéola em gestantes que não apresentam sintomas da doença.

e) A coleta de sangue deve ser feita logo no primeiro contato com caso suspeito.

 

13. Em relação ao diagnóstico laboratorial da Rubéola, é incorreto afirmar:

 

a) O teste mais utilizado é o ensaioimunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos específicos IgM e IgG e/ou pela identificação do vírus a partir de secreção nasofaríngea e urina, até o 7º dia do início do exantema.

b) A coleta de sangue deve ser feita logo no primeiro contato com caso suspeito. Aquelas coletadas após 28 dias são consideradas tardias, mas, mesmo assim, devem ser aproveitadas e encaminhadas ao laboratório de referência estadual para a realização da pesquisa de IgM.

c) Resultados não-reagentes para IgM não descartam a possibilidade de infecção recente pelo vírus da Rubéola.

d) Está indicada e obrigatório, na rotina do pré-natal, a realização de pesquisa sorológica para Rubéola em gestantes que não apresentam sintomas da doença.

e) Não existem indicações para solicitar e realizar exame de rotina no prénatal para Rubéola em gestantes.

 

14. Em relação a rubéola, analise o texto abaixo e assinale a opção correta.

A contaminação pelo vírus da rubéola é especialmente preocupante em grávidas, devido à síndrome da rubéola congênita (SRC), que pode levar ao risco de aborto e malformações congênitas. Devido a campanhas de vacinação específicas, nas últimas décadas houve uma grande diminuição de casos de rubéola entre as mulheres, e, a partir de 2008, as campanhas se intensificaram e têm dado maior enfoque à vacinação de homens jovens.

BRASIL, Brasil livre da rubéola: campanha nacional da vacinação para eliminação da rubéola. Brasília: Ministério da Saúde, 2009 (adaptado).

 

Considerando a preocupação com a ocorrência da SRC, as campanhas passaram a dar enfoque à vacinação dos homens, porque eles:

a) ficam mais expostos a esse vírus.

b) Transmitem o vírus a mulheres gestantes.

c) Passam a infecção diretamente para o feto.

d) Transferem imunidade às parceiras grávidas.

e) São mais suscetíveis a esse vírus que as mulheres.

 

15. Em relação à rubéola é correto afirmar que:

 

a) a gestante com diagnóstico dessa doença deve iniciar o tratamento com antibióticos para evitar a transmissão da doença para o feto.

b) gestantes que tiveram contato com pessoas diagnosticadas com essa doença devem ser vacinadas por serem consideradas como grupo de risco.

c) a doença pode ser transmitida através do contato com a urina de pessoas infectadas.

d) em casos suspeitos, o bloqueio vacinal deve ser realizado após o resultado da sorologia para rubéola.

e) o período de transmissibilidade é de 30 dias a partir do aparecimento do exantema.

 

16. Em relação a rubéola, é incorreto afirmar:

 

a) Doença exantemática viral aguda, caracterizada por febre baixa e exantema maculopapular, que se inicia na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para tronco e membros.

b) O exantema é, precedido, em 5 a 10 dias, por linfadenopatia generalizada, principalmente sub-ocipital, pós-auricular e cervical posterior.

c) Adolescentes e adultos podem apresentar poliartralgia, poliartrite, conjuntivite, coriza e tosse. Cerca de 25 a 50% das infecções pelo vírus da Rubéola são subclínicas, ou seja, não apresentam sinais e sintomas clínicos característicos da doença.

d) Tem curso benigno e toda sua importância epidemiológica está relacionada à Síndrome da Rubéola Congênita, quando a doença ocorre nos cinco primeiros meses da gestação que pode resultar em aborto, natimorto, malformações congênitas (cardiopatias, surdez, catarata).

e) Doença caracterizada por quadro de paralisia flácida, de início súbito. Acomete, em geral, os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular.

 

17. Febre baixa, aumento ganglionar nas regiões retroauriculares e exantema maculopapular que surgem na face, pescoço e couro cabeludo, distribuindo-se em seguida para o restante do corpo, caracteriza a seguinte doença:

 

a) rubéola.

b) sarampo.

c) dengue.

d) poliomielite.

e) escarlatina.

 

18. Julgue as seguintes sentenças, como Verdadeira (V) ou Falsa (F):

(    )  Recomenda-se aos profissionais de saúde, especialmente aqueles que exerçam atividades em áreas críticas , sejam vacinados contra meningite, sarampo e rubéola.

(     )  Em todas as crianças menores de um ano com malformações congênitas e alterações neurológicas, recomenda-se que seja descartada como causa biológica o vírus da rubéola, devendo ser realizada coleta de sangue preferencialmente até o segundo mês de vida.

(     ) A rubéola é uma doença transmissível com tendência descendente, de notificação compulsória. O grupo vulnerável à exposição ao vírus da rubéola são todos os suscetíveis não vacinados; entre eles, merecem atenção prioritária mulheres em idade fértil não vacinadas, particularmente as grávidas, devido ao risco da síndrome da rubéola congênita.

(    )  Devem receber dose de vacina tríplice viral - sarampo, caxumba e rubéola (SCR) - homens de até 39 anos de idade e mulheres de 12 a 49 anos de idade que não tiverem comprovação de vacinação anterior.

a) F, F, V e V.

b) F, V, V e F.

c) V, V, F e V.

d) V, F, F e V.

e) V, V, V e V.

 

19. Na Síndrome da Rubéola Congênita, os principais sinais e sintomas da infecção intra-uterina são aborto espontâneo, prematuridade, baixo peso, malformação congênita de grandes órgãos e sistemas. São alterações nos olhos, exceto:

 

a) Microftalmia.

b) Retinopatia.

c) Glaucoma.

d) Daltonismo.

e) Catarata.

 

20. Segundo o Calendário de Vacinação constante no Programa Nacional de Imunização, a vacina contra rubéola deverá ser aplicada em:

 

a) mulheres grávidas, entre o primeiro e o terceiro mês de gestação.

b) bebês, a partir do primeiro mês do nascimento até o sexto mês.

c) bebês, a partir dos doze meses, preferencialmente, na forma combinada com as vacinas contra o sarampo e a caxumba (tríplice viral).

d) idosos acima de 65 anos na forma combinada com as vacinas contra o sarampo (dupla viral).

e) adultos com intervalo de seis meses entre as três doses.

 

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